The 100 3ª Temporada: Iremos conhecer mais sobre o mundo dos grounders

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The 100 percorreu um longo caminho desde que estreou na CW em 2014. Basta olhar para os rostos das estrelas jovens no drama pós-apocalíptico e você pode dizer que algumas coisas loucas aconteceram. Esses rostos viram tempos escuros, e eles estão vivendo (por enquanto) para contar a história.

Então quando o produtor executivo de The 100, Jason Rotheberg, conta a Nerdist que a próxima temporada da série aclamada-pela-crítica-mas-massivamente-e-criminalmente-subestimada seria realmente parecida com a primeira temporada, nós fomos deixados coçando a cabeça. Como Clarke (Eliza Taylor) pode voltar a ser a líder jovem e tranquila que estava mais preocupada em flertar com Finn (Thomas McDonell) (Descanse em paz…) do que com assassinar uma civilização inteira com um simples apertar de botão? Como Bellamy (Bob Morley) pode voltar a ser o egoísta que fez “o que diabos ele queria fazer” sem levar em conta o destino do resto da Arca? Como a irmãzinha dele Octavia (Marie Avgeropoulos) pode voltar a se aliar às pessoas da Arca, quando ela é tão claramente uma Grounder agora?

E o que dizer de todas as provações, obstáculos e mudanças de vida que Raven (Lindsey Morgan), Jasper (Devon Bostick), Monty (Christopher Larkin) e o resto dos 100 (agora menos, para algum lugar entre os 40) adolescentes têm sofrido desde que pousaram no chão? E o que acontece com os adultos da Arca que os enviaram para lá, agora que eles estão finalmente sofrendo com a vida terrestre também?

A resposta curta: eles não podem voltar. Rothenberg revela que todos os personagens estão mudados para sempre pelas escolhas que fizeram e as situações que sobreviveram até agora. Mas quando se trata da história principal da terceira temporada, será mais próximo da primeira temporada do que do conflito de Mount Weather na segunda temporada. Há dois grandes arcos para a terceira temporada: a guerra entre a Nação do Gelo e a aliança dos clãs Grounder de Lexa (Alycia Debnam-Carey) e onde Camp Jaha Arkadia se encaixa nisso, assim como um conflito interno entre as paredes da Arkadia.

“Como sempre, existem muitas coisas acontecendo, ” Rothenberg diz à Nerdist. “Não há apenas uma história acontecendo… Tematicamente, de certa forma, estamos voltando às nossas raízes nessa temporada. A primeira temporada foi a cerca de (se eles podiam) superar o conflito interno deles em tempo para sobreviver contra a ameaça externa dos Grounders que eles descobriram existir lá fora. Na segunda temporada, era sobre Mount Weather. Era uma ameaça muito mais externa. “

“Essa temporada… há novamente todo o conflito interno, “ Rothenberg diz. “Existe uma guerra civil se formando na Arkadia, que é como Camp Jaha agora é conhecido. Existe uma guerra civil se formando na Polis em torno da mesa de Lexa entre os clãs, entre a Nação do Gelo e Trikru, sendo os dois clãs mais poderosos. Então há todo esse conflito interno, mas há uma ameaça externa existente, também. E novamente: os diferentes grupos podem superar suas coisas internas em tempo de sobreviver? É um pouco como a primeira temporada, apenas em esteroides, que é um clichê que eu odeio, mas neste caso é verdade. “

Por conta de a história principal dessa temporada dizer muito respeito aos Grounders e seus clãs, isso significa que The 100 irá olhar profundamente para a cultura e o modo de vida Grounder.

“Nós testamos e construímos isso a cada ano, “ Rothenberg diz. “Quando começamos, nós pousamos no chão com 100 pessoas que, em última análise, não sabiam de nada. Na verdade, eles nem ao menos sabiam que havia alguém vivo na Terra. É por isso que eles ficaram no espaço, porque acreditavam que lá não era habitável. Então nós vimos tudo através do buraco de fechadura que eles estavam olhando, metaforicamente falando. ”

Ele continua: “Então, a visão deles começou a se expandir. Eles conheceram Lincoln (Ricky Whittle). Eles conheceram Indra (Adina Porter). Eles conheceram Lexa. E obviamente, eles descobriram que haviam clãs e uma Nação do Gelo. Então quanto mais nós aprendemos – ou mais eles aprendem, devo dizer – mais nós vamos começar a ir para esses lugares e ver esses mundos e conhecer pessoas novas. “

Rothenberg revela que criar e descobrir mais sobre as culturas, cidades e pessoas Grounders é o que ele mais gosta de escrever sobre essa série.

“Essa é uma das minhas partes favoritas, “ diz Rothenberg. “Eu amo inventar novos mundos e novas culturas. É muito duro na produção. É uma coisa complicada para todos. Mas também é o desafio criativo da minha vida e, certamente, falando pelos chefes de departamento da minha equipe, a deles também.”

The 100 é exibida todas as quintas-feiras no EUA pela CW. No Brasil a terceira temporada estreia em março desse ano pela MTV.

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