ATENÇÃO: Esse artigo contem SPOILERS do episódio final da 4ª temporada de The 100 (S04E13 – “Praimfaya”). Leia por sua conta e risco!

A 4ª temporada de The 100 chegou ao fim depois de 13 episódios, e podemos afirmar que essa foi uma das melhores temporadas da série, se não a melhor. O final deixou muita gente em dúvida, e o produtor executivo Jason Rothenberg tentou esclarecer algumas delas ao site TVLine.

Em primeiro lugar, estou chocado por não ter havido mortes confirmadas esta semana, especialmente considerando quantas vítimas houve nesta temporada. Houve planos de matar alguém?

Rothenberg: Na verdade não. Eu pensei que a coisa mais importante para ver no final foi esses personagens trabalhando juntos como uma equipe. A escolha de Clarke de se sacrificar, para mim, era uma escolha muito diferente para ela. No passado, nós a forçamos a fazer essas escolhas realmente horríveis onde não haviam bos escolhas. Neste caso, é auto-sacrificial. Ela está disposta a morrer naquele momento enquanto ela está subindo a torre. Ela diz, “Minha luta acabou”, sem saber que seu Nightblood vai salvá-la. Ver ela disposta a se sacrificar para que seus amigos pudessem ir ao espaço era, para mim, realmente importante. Também era importante para mim ver esses personagens – particularmente Bellamy – ter que tomar decisões sem ela.

Também estou contente, talvez um pouco surpreso, que eles estão de volta a Arca.

Uma das minhas cenas favoritas em todo o episódio foi a pequena cena entre Bellamy e Raven no final. Eles estão olhando para fora e Bellamy diz: “Se nós não conseguirmos, ela morreu por nada.” E ele não vai deixar isso acontecer. Para mim, isso engloba tudo o que este personagem aprendeu, e a mudança que Clarke forçou nele apenas pelas escolhas que ela fez neste episódio.

Meu pensamento inicial quando eu vi a menina com Clarke foi “Ela é muito velha para ser sua filha real.” Quem é ela?

Bem, ela não é sua filha biológica, mas o que veremos na 5ª temporada é que essa relação é extremamente importante para Clarke. Ela é uma nightblood chamada Maddie, e ela está com ela há cinco anos. Elas são, para todos os efeitos, ligados da maneira como uma mãe e filha seriam. Então Clarke a ama, e seu processo de tomar as decisões mudou, assim como acontece com quem tem um filho… Nós contaremos a história de como elas se juntaram na 5ª temporada, e como elas têm sobrevivido como as duas únicas pessoas no planeta – até que a nave aparece.

Sim, sobre aquela nave espacial… Devemos apenas pressumir que ela está cheia de prisioneiros furiosos?

Definitivamente vamos contar a sua história. Alguns deles provavelmente ficarão com raiva. Todos eles estarão em casa, vivos e de volta à Terra. Eu acho que, de algumas maneiras muito legais, é uma reinicialização de toda a história. Os 100 eram prisioneiros quando chegaram ao chão, e pensaram que estavam sozinhos, mas não estavam. Havia grounders neste mundo, que descobrimos quando uma lança saiu do bosque e atravessou o peito de Jasper. Agora Clarke é o grounder, e esses prisioneiros são os 100. Nós brincamos com as perspectivas das pessoas. Claro, os prisioneiros vão começar como opositores, mas nós provavelmente iremos desenvolver eles como fazemos com todos os personagens maus.

Por fim, tenho que saber sobre as mãos de Monty. Elas ficarão bem?

[Risos] Elas ficaram bem ferrados, obviamente, mas ela vai ficar bem – a longo prazo, eu imagino. Mas ele estava disposto a sacrificar-se também, a fim de salvar seus amigos, o que é importante notar. É engraçado, aquele momento em que ele perde a luva foi improvisado. [Christopher Larkin] realmente perdeu sua outra luva. Ele estava tão naquele momento, assim como Richard [Harmon], e eles simplesmente continuaram com isso. Acidentes felizes como esse são os melhores.

A 5ª temporada de The 100 estreia em 2018 nos Estados Unidos pela CW. No Brasil a série está sendo exibida todas as quinta-feiras na Warner Channel.

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